O mar, a praia, o pôr-do-sol e a areia, a imagem de uma criança, símbolo de nostalgia e de juventude, marca da beleza, marca da existência. E a morte que chega na praia, no ocaso da vida, tal como Visconti o filmou em Morte em Veneza ao som de Mahler. Uma morte que François Ozon tão bem parafraseou em O Tempo que Resta; desta vez ao som de Valentin Silvestrov.
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