segunda-feira, 5 de abril de 2010
Cinema santo
E depois não nos venham dizer que o cinema português não existe ou que é uma "seca", que o Manoel de Oliveira está velho e acabado ou que não quer saber do público e das audiências, que os filmes portugueses são a melhor cura para a insónia ou a fonte de todos os tédios, essas coisas e tal. Ou que não há beleza aqui, e sonho, e espelhos, e cinema. A Vida, a Morte e o Sagrado - assim mesmo com maiúsculas. E Bénard da Costa (que saudades).
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